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Carta final do Seminário: "A liturgia na vida da juventude"

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Aos/as Jovens das comunidades, Bispos, Presbíteros, Religiosos, Religiosas, Pastorais da Juventude, Movimentos que trabalham com Jovens, Centros e Institutos de Juventude e a todo o povo de Deus que atuam no serviço litúrgico com os/as jovens. Há 10 anos a Casa da Juventude Pe. Burnier – CAJU realiza a Escola de liturgia para jovens. O objetivo da escola é animar a juventude a cultivar uma mística celebrativa e inculturada na vida das comunidades, formando jovens para o serviço litúrgico na Igreja que, no “estilo litúrgico, como o de Jesus, deve ser simples e austero. Nas celebrações, devemos tornar-nos, segundo os Padres do Concílio, mestres da arte da “nobre simplicidade” (SC,nº 34)”. Na festa de Pentecostes, com a participação de jovens, adultos e anciãos, na partilhas das diferentes sabedorias, contando com participantes de algumas das escolas de liturgia para jovens realizadas nos últimos dez anos, dos Centros ligados à Rede Brasileira: IPJ Leste II e Anchietanum, a Escola de...

Profecia, missão e atuação dos leigos e leigas no atual estado eclesial

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Uma contribuição para o Congresso de Leigos e Leigas da Arquidiocese de São Paulo Eurivaldo S. Ferreira (org.) Missão batismal: centro do Concílio Vaticano II O Concílio Vaticano II inaugurou um novo modelo de Igreja possível, que possa não só abarcar as realidades requeiridas por si mesmo, mas responder ao mundo que é possível sim, através de uma caminhada de libertação de suas amarras, tanto rituais como magistrais aos anseios que nela se apresentam. Podemos dizer que a intenção fundamental do Concílio Vaticano II foi de atualizar a ação salvífica na Igreja, presente no mundo moderno. Contudo, é necessário um rompimento. O paradigma do rompimento é o próprio Jesus. Em sua época, rompeu com todo o ritualismo vigente, inaugurando com sua vida e culminando com sua páscoa um jeito novo de viver o Reino. Jesus viveu e pregou o Reino apoiado em cinco características básicas: verdade, justiça, fraternidade, paz e vida. E em nós, igreja, povo de sacerdotes? Como se dá a questão do anúnc...

Roteiro para oração diante do Sacramento do Corpo do Senhor

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por Penha Carpanedo 1. Estando diante do sacramento do Corpo do Senhor, tome consciência do próprio corpo: procure escutar a respiração, os sentimentos, suas emoções. Faça silêncio por alguns minutos. 2. Diante do pão consagrado, lembre-se das palavras do Senhor que repetimos no meio da oração eucarística: “Este é o meu corpo que será entregue por vós...” . Lembre-se das atitudes de Jesus que o levaram à morte... Deixe que o amor de Jesus ganhe espaço em seu coração. Se for em grupo cante um refrão orante ou um canto eucarístico. 3. Sinta-se em comunhão com o corpo eclesial. Recorde dentro de você as pessoas amigas, ou alguém com quem tem dificuldades de conviver, lembre as coisas boas que você está vivendo e também os motivos de preocupação e de sofrimento seus ou de outros/as; traga presente a santidade e as fraquezas da Igreja. Também as pessoas que sofrem, as que estão em presídios, nos hospitais, no abandono... Coloque tudo no coração de Jesus. 4. Tome um texto da liturgia...

A celebração do Corpo e Sangue de Cristo

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                                                    Eurivaldo S. Ferreira Aspectos históricos da festa de Corpus Christi Popularmente conhecida como Festa de Corpus Christi, esta festa é produto da devoção eucarística medieval ocidental. Ela surge para afirmar a presença real de Jesus na Eucaristia, a partir da contestação de um teólogo do século XI que negava a transubstanciação do pão e do vinho. Importante lembrar que os conceitos doutrinais da Igreja católica presentes em seu depósito da fé foram se afirmando a partir de contestações como esta, o que culminou com a definição sobre a transubstanciação, no 4º Concílio de Latrão (1215), formalmente definida que “por divino poder, o pão e o vinho são transubstanciados no Corp...

CNBB em Brasília

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Teólogos e teólogas, Povo de Deus, Ministros e Ministras da Presidência, da Catequese, do Canto e da Música, D. Demétrio questiona a "burocracia estatal" e sugere que a CNBB deveria ser o exemplo para o Congresso Nacional (Senado, Câmara dos Deputados, Executivo, Legislativo, Judiciário e afins), perguntado se "não estaria aí uma boa sugestão para o Congresso Nacional? Por que não faz como a CNBB? Bastariam alguns períodos intensos de trabalho por ano em Brasília, onde seriam tomadas as decisões já amadurecidas junto ao povo nas bases. A continuidade dos trabalhos poderia ser garantida, como na CNBB, por uma Comissão Central que mantém expediente contínuo em Brasília, e se reúne mensalmente para municiar a continuidade dos trabalhos nas bases. Ainda mais com os recursos que hoje a informática nos oferece, os deputados e senadores poderiam se manter cotidianamente informados, com a vantagem de continuarem próximos à realidade do povo, o que sempre é salutar para quem pr...

COMENTÁRIO SOBRE A MÚSICA “FAZ UM MILAGRE EM MIM”

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Este artigo, do estudante de Teologia Reginaldo Guergolet, faz um comentário crítico a respeito da Música “Faz um milagre em mim” de Regis Danesi. Leia e reflita. Reginaldo Antonio GHERGOLET 1. Compreendendo a realidade Temos visto ultimamente a explosão de sucesso na mídia de uma música aparentemente de caráter religioso que aos poucos caiu na graça do povo e tem sido muito utilizada em encontros e liturgias entre católicos muitas vezes desavisados sobre o conteúdo daquilo que estão propagando sem o mínimo de senso crítico a respeito do teor proposto pela canção. Trata-se da música “faz um milagre em mim” de Regis Danesi que ganhou força exatamente por sua índole religiosa e sua suposta fundamentação bíblica que abriu caminho para o sucesso. Essa crítica é algo que poderia ser deixado de lado sem o mínimo de prejuízo para a doutrina cristã católica, mas devido os constantes questionamentos sobre o assunto e o mau uso dessa música nas liturgias, faz-se necessário um estudo mais...

Música litúrgica - diretrizes ou discussões sobre melodias e letras

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Discussão sobre Música Litúrgica: Um apreciador da discussão litúrgico-musical enviou à Revista de Liturgia (publicação bimetral das irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre) um e-mail solicitando material sobre como anda a discussão da música litúrgica no Brasil. A redação da revista enviou-me a mim e ao Márcio Antonio de Almeida, músico e liturgista, o e-mail a fim de que lhe respondêssemos. De minha parte, coloquei-lhe ao par sobre como anda essa discussão em nível de Igreja no Brasil, sobretudo por parte da CNBB. Publico abaixo nosso diálogo: (depois de ter-lhe enviado algum material e indicação de sites sobre o assunto): Euri, Obrigado pelas suas indicações, alias, parabéns pelo seu blog, achei muito legal. Dei uma olhada nos sites que você indicou e salvo engano eu encontrei muito material sobre a função ministerial dos cantos, porém não encontrei diretrizes ou discussões diretas sobre melodias e letras. Diante disto tenho uma dúvida, esta ausência é proposital ...